CULTURA Nova eleição, nova Secretaria, mas…

SECRETARIA DA CULTURA

Uma piscina de lambanças ou um hospício?

 

 

A administração da Secretaria da cultura é um furúnculo na costa do prefeito Barufi. Diante do mar de lambanças jurídicas e de gestão, o prefeito resolve colocar sua esposa como secretária. Mas a baderna, jurídica e administrativa, continua soberba e inatingível …A ultima eleição para formação do Conselho foi cancelada pela prefeitura.

Ano passado foi a confusão com os vencedores no concurso de  projetos culturais. Resumindo a baderna, foi mais ou menos assim: Os perdedores espernearam e conseguiram modificar a escolha atazanando vereadores, chefetes partidários, etc. Até ai nada de tão importante, espernear faz parte das reações de quem perde.

Mas, por uma decisão ou imposição ou sugestão Salomônica da representante jurídica da prefeitura, resolveram premiar os que perderam, ou seja:  os que ganharam tiveram que refazer seus projetos porque os que perderam também ganharam. Esta lambança foi absorvida pela boa vontade (ou preocupação) dos que ganharam, e aceitaram o “jeitinho Brasileiro” e lá se foi a transparência do tal concurso de projetos Culturais da cidade de Jandira  para a casa do chapéu.

Recentemente houve uma eleição para se escolher novo conselho. Pelo o que dizem as línguas de matildes, de novo e novamente, capitaneada pela mesma representante jurídica da prefeitura, e outros personagens da prefeitura.

Dizem que durante a tal eleição, apareceu gente de Osasco, cabalando votos aqui em Jandira. Ou seja; uma simples eleição de Conselho estaria talvez sendo usada como arma de um famoso partido político, amante deste tipo de jogo que eles alcunham como “democrático” e,  juram que suas intenções são  puras com o sereno nas pétalas de uma rosa.

Outra queixa é que membros ligados a prefeitura participaram ativamente na eleição. Há quem diga – mas nada se prova –  que iam até buscar eleitores em suas residências para votarem, já que a exigência da Lei não impõe nenhuma norma de quem quiser votar. Basta ser eleitor em Jandira.

Mas a Lei impõe e impede que pessoas ligadas a política administrativa, não podem se candidatar.  A eleição teve a participação de grupos organizados vindos de Osasco, e elegeu pessoas com ligação direta com a prefeitura e dizem, com o famigerado partido político, freguês assíduo da operação Lava Jato. Com isso a lambança orquestrada, elegeu um conselho de forma irregular.

Um conselheiro que perdeu a eleição, denunciou o mal feito ao Ministério Público. Na sequência, a Juíza de Jandira, aceitou a denuncia e está mantendo o andamento do processo. Ou seja, com perdão da palavra, novamente deu merda!

Mas a lambança continuou, pois no dia 3 ou 4 de janeiro, a prefeitura solicitou uma reunião com o Conselho que ganhou irregularmente. Nesta reunião, agora capitaneada pela nova Secretária de Cultura, (esposa do prefeito) junto com a representante jurídica da prefeitura personagem ativa da lambança do ano passado, e nesta reunião, informou que a eleição irregular teria que ser cancelada. (??)

Marcaram então, nova eleição do Conselho de Cultura para o dia 13 de janeiro 2018.

Reparem como parece faltar juízo aos representantes da prefeitura. Senão vejamos…

  1. O cancelamento da eleição e a marcação de nova data para nova eleição, foi discutida exatamente pelos tais conselheiros que, em tese, estão destituídos de seus cargos.
  2. Não houve a convocação do conselho anterior, pois presume-se que se a eleição está cancelada, o correto seria permanecer o conselho anterior.

O processo ainda está em andamento, mas a nova Secretária de Cultura e a representante jurídica da prefeitura devem ter achado, pensado, que era melhor cancelar o mal feito cancelando a tal eleição, sem ter a necessária atenção aos ritos e transparência dos atos que se espera dentro de tanta confusão.

Deve-se cuidar também que, o curto prazo da data marcada para nova eleição (13 de janeiro), fará com  que a disputa para formação do Conselho, poderá ficar impregnada de suspeições. Ou seja: O prazo tão curto, será quase impossível que a nova eleição consiga livrar-se da nefasta influencia do partido oportunista, ou do oportunismo de elementos ligados a prefeitura.

Os artistas são conhecidos por ser uma classe de difícil mobilização. Vai daí provavelmente, se permanecer este prazo tão exíguo, a influencia nefasta dos urubus aproveitadores da fragilidade cidadã e da  política isenta dos artistas, será novamente usurpada.

obs: os nomes próprios dos personagens responsáveis pelas lambanças foram omitidos visto que a cidade já sabe quem são, menos o prefeito Barufi. A não citação é na vã esperança que tais personagens percebam que não é perseguição oposicionista, e sim a singela e constrangedora constatação dos fatos.

 

 

 

 

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