CUIDADO: VOCÊ PAGA CONDOMÍNIO?

Procure saber se você não está sendo enganado.

Quando a gente pensa que sabe tudo de pilantragens no nosso país, somos surpreendidos.

Pois num é que tem gente que está sofrendo processos e sendo obrigados a efetuarem pagamentos exorbitantes para Condomínios e não sabem que estão sendo tungados?

A coisa é mais ou menos assim: Associações de moradores  (orientadas por Administradoras de Condomínios), se autodenominam como “condomínio” (Defesa popular.org). De acordo com o site da Defesa popular, estão enganando moradores, proprietários, compradores, e principalmente a própria justiça.

Pelo que se entende, é uma forma de obrigar as pessoas a associação compulsória pois usam processos judiciais contra quem não sabe da ilegalidade destas ações e são obrigados a pagarem valores exorbitantes para os espertalhões da vida.

Para saberem mais sobre mais este tipo de golpe, acesse o site do Defesa Popular.org. clique http://www.defesapopular.org/videos.html

OLHO VIVO -VOCÊ SABIA?  As cidades próximas aos grandes centros  estão se verticalizando, pois não têm mais espaço horizontal.  São cidades que normalmente, não possuem planejamento de impacto urbano o que facilita aos empreendedores de   imóveis, conseguirem com grande facilidade, convencer prefeitos e vereadores a permitirem construções de prédios.

Este fenômeno acontece em todo o Brasil, e nas  cidades pequenas e próximas do centro de São Paulo estas ações já são rotineiras. A cidade de Jandira por exemplo, uma das menores do Estado, com área menor que 16 Km quadrados, está se enchendo de prédios.

Diferente da cidade de Jaguariúna, esta  tem grande área territorial. Nesta cidade, o costume dos empreendedores e políticos é fazerem condomínios horizontais (casas térreas).

Na cidade de Barueri os empreendimentos são mistos. O  Alfha Ville se desenvolveu primeiro com mansões térreas, com grandes quintais. Agora não tem mais espaço, portanto se abarrotou, está se abarrotando de prédios.

A realidade nestes casos é o surgimento de centenas,milhares de condomínios. Portanto é melhor procurar saber se você, amado e procurado eleitor, não está sendo enganado por um astuto, engenhoso e milionário golpe idealizado por administradores junto com “associações” amigos de bairros (acesse o link e veja com calma as informações) http://www.defesapopular.org/

ALGO DE PODRE NO REINO DA PREFEITURA DE JANDIRA

O bicho tá pegando

Hoje o Tribunal de contas do Estado, julgou uma lambança feita pela administração Paulo Barufi.

Entendendo a sequência da lambança feita pela prefeitura de Jandira:

Conta a história que a prefeitura fechou um contrato sem licitação com uma empresa que já estava sendo processada e com membros da diretoria já procurada e outros já presos, por falcatrua feita em outras cidades.  Observem o link das reportagens – bote tento nas datas das reportagens.

Tribunal de Justiça de Cajamar pede prisão preventiva de presidente da FENAESC

Justiça decreta prisão de suspeitos de desvio de dinheiro da Saúde em Cajamar

Tempos depois (julho) reportagem dá conta que a prefeitura trocou a empresa

Após polêmica com FENAESC, Jandira escolhe nova empresa para administrar Hospital

Porem a confusão não terminou com este ato tardio, pois a prefeitura teve que pagar os funcionários da tal empresa.

Prefeitura de Jandira, IAGES e FENAESC reúnem-se com SEESP para tratar de demissão de enfermeiros

Prefeito Barufi, jornal Web Diário -“Barufi compara OS que administra Hospital de Jandira à Odebrecht  – clique no link

Portanto, o que começou errado, seus efeitos ainda perduram.

Tribunal de contas deu seu parecer sobre a lambança.

No julgamento feito ontem, 05/12/17, o tribunal de contas do Estado SP, destaca que era possível o prefeito saber do que estava acontecendo pois era público e notório o mal feito da empresa.

Nos posts do grupo Largados e Pelados, a coisa virou o samba do crioulo doido, e naquele grupo, o filho chora e a mãe não vê. É pau de quina sem guarida, sem piedade e direto no centro da canela para o peão largar mão de sêbesta

Todavia, importa destacar que pouco se observa ou se constata críticas a postura da câmara de Jandira. Sempre é bom lembrar que um prefeito não faz nada sem aprovação do Legislativo.

Sabe-se que aos vereadores, cabe fiscalizar os atos do Executivo (prefeito), mas inexplicavelmente não há da casa de Leis a indispensável fiscalização. Não há sequer um sinal de que se opuseram a um contrato eivado de tantas irregularidades.

A coisa ficou mais feia, porque a prefeitura pagou mais de um milhão de reais para a empresa processada pela justiça.

Como isso pode acontecer? Como explicar para a população alheia aos detalhes jurídicos e fiscais? Como convencer os eleitores que a emergência ou urgência, obrigou a prefeitura a fazer negocio tão escabroso?

A população atualmente, tem condições de intuir que há algo de podre no ar. Se não por conhecimento próprio, conhecerá graças a oposição que está se reforçando a cada dia que passa.

clique na figura para conhecer nova ideia de partido

Para piorar mais ainda a situação, no grupo Largados e Pelados, apareceu um áudio, onde a voz de uma pessoa, detalhava atos de distribuição de dinheiro entre vereadores, prefeitos etc. Verdade? Mentira? E agora Jose?

Pelo jeito, este deve ser o primeiro grande escândalo da atual administração Paulo Barufi, e a constatação que a câmara de vereadores, continua a lesma lerda de sempre.

Outro fato que também causa desconfianças e incertezas, é como pode acontecer tamanho desacerto, quando a prefeitura e a câmara, conta com diversos advogados, que, assessoram tanto o prefeito como a câmara de vereadores?

Com o Brasil tão conturbados entre ladrões contumazes da direita e ladrões cínicos da esquerda, fatos como este, causa um rombo na opinião pública.

Sabe-se que o vereador Zezinho, dedica seu tempo integral e sua profissão de caçador de votos , é oposição e  denuncia até a “mãe de sarampo” para conseguir se qualificar para algum cargo. Comenta-se que o caso Fenaesc, julgada pelo Tribunal de Contas, é de sua safra oposicionista. Ou seja:

o que os vereadores deveriam fazer, permitiu que um insistente candidato do Petismo Jandirense conseguisse fazer a fiscalização que os 13 vereadores não fizeram.

Claro que isso faz a população trabalhadora, ousar pensar que no tempo do Petismo foi diferente. Não foi não!

Só não dá para comparar Barufi com Bururu ou com Gê, pois, Bururu ficou na gorda cadeira por oito e tenebrosos anos do comando da cidade, e o Gê por quatro anos de uma administração sem pé e nem cabeça.

Mas, o que o atual prefeito Barufi esqueceu é que a sociedade hoje esta atenta. Sabemos que as lambanças   não serão totalmente do conhecimento dos eleitores, mas pouca coisa irá escapar da fiscalização dos chamados “do povo”.

já que a câmara insiste em sua inércia suspeitosa, é bom lembrarem que tem pau de quina no ar!

 

E AGORA JOSÉ… você perdeu a eleição

Para entender o objetivo da série, será conveniente que você leia o relato verdadeiro a seguir. Não foi citado nomes, mas a história é  real. Foi assim…

Pequena cidade da Grande São Paulo…José, comerciante, casado, 4 filhos.

Vende sapatos. Tinha duas lojas na mesma cidade. Sua  origem… boias frias, gente da roça. Conseguiu ter seu próprio negócio, e era bem relacionado com a  comunidade.

Certo dia, convidou amigos e parentes para um churrasco. Feliz, queria comunicar que fora convidado para ser candidato. Aos convivas, informou que ainda não sabia se seria candidato a vereador ou de vice-prefeito.

Gritos, risos, cerveja emolduraram o simples convite. Congratulações e promessas de apoio incondicional.

Para o comerciante, era só euforia. Afinal era o início de sua ascensão social, poderia ser uma autoridade política  na cidade.

Saiu candidato a vereador. Nas suas lojas apareciam diversos potenciais eleitores, e, cabos eleitorais apareciam aos montes. José se alegrava, com as promessas de votos; Gente simples ofereciam suas casas para colocar seus cartazes e fazer reuniões de campanha. Não tinha como José não sair vitorioso de dentro das urnas eleitorais.

Contente com o assédio e com os apoios espontâneos a sua candidatura, José candidato,reforçava as intenções de seus apoiadores, com presentes, que iam desde chinelos de dedo a sapatos encalhados do estoque. Aqui e acolá, um sapato para casamento, outro para  batizado e foi por ai.

O candidato a prefeito, era seu amigo, irmão e camarada, fazia uma campanha pobre, com parcos  recursos. Vez por outra, recorria a José para um tanque de gasolina, algum pagamento de cabos eleitorais, carne para um churrasquinho etc. 

José  não podia deixar o amigo na mão. Ajudou no que pode, cedeu um escritório tipo comitê. Emprestava sua casa ampla, para reuniões do seu amigo prefeito. Ficava por sua conta as despesas das reuniões. Deu e emprestou dinheiro, ao candidato prefeito.

Sua fama de candidato crescia, os pedidos também…  Deu dinheiro para eleitores por assuntos dos mais diversos: comprar remédios, pagar contas de água e luz, para eleitor visitar a mãe doente em Salvador, batizado, casamento…

Envolvido em seu sonho, José não se importava com as reclamações de seus familiares. Sua mulher o irritava porque ela dizia que os prejuízos e dívidas com a sua campanha, não seria o salário de vereador que pudesse cobrir.

Vendeu o carro da esposa, vendeu moveis, emprestou dinheiro do banco para fazer caixa das lojas.

Finalmente chegou ao dia da eleição. Seu amigo, irmão e camarada agora era o prefeito da cidade. José perdeu.

Um sofrimento, terrível angustia tomou conta de José. Pensava: Como perdeu a eleição que “estava ganha”? Quem o traiu? E aquelas centenas de promessas de voto? Seus amigos o traíram? Sua família? Fraude na urna eletrônica?

José perdeu seu brilho, ficou acabrunhado, envergonhado. Ficava irritado pois ao encontrar pessoas na rua ou na loja, tinham o cinismo de afirmarem que tinha votado nele. “Impossível você não ter vencido, eu e minha família inteira votamos em você. Não dá para acreditar diziam outros, só pode terem roubado seus votos.

Fornecedores de suas duas lojas o processaram por falta de pagamento… O banco também. Seus amigos sumiram, sua mulher pediu separação e pensão para os filhos. Dos 3 carros que ainda tinha, todos foram tomados.  José só tinha uma saída. Pedir ajuda para seu amigo irmão camarada, agora prefeito.

Não foi atendido, mas compreendeu a falta de tempo do seu amigo prefeito. Duas… Três… quatro… cinco tentativas até que foi finalmente atendido. Relatou a seu amigo irmão e camarada a situação caótica que sua vida se transformou. Precisava de pelo menos um emprego. Precisava de um pouco de dinheiro,

Seu amigo irmão e camarada explicou as dificuldades orçamentarias da prefeitura e que o ministério público o impediu de admitir mais alguém ,pois ,folha da prefeitura, estava ultrapassando o valor estipulado pela Lei de responsabilidade Fiscal e coisa e tal.

Desesperado e absorto , José finalmente tinha compreendido que seu amigo, irmão e camarada, agora é somente “ o prefeito”.  Tentou tímido e educadamente  educadamente lembrar o prefeito, o quanto tinha ajudado na campanha, dinheiro, casa, despesas, salas, combustível.  O prefeito ouviu e respondeu:

José, quando se entra na política e numa campanha cada um tem seus objetivos. Por isso cada um tem que assumir os riscos de suas atitudes e ações durante a campanha eleitoral…mas pode ficar tranquilo, assim que as coisas se ajustarem aqui na prefeitura eu te chamo. José entendeu o recado do prefeito. Concluiu que agora estava só. Sem lenço e sem documento, nada no bolso e nas mãos como dizia a canção.

Três anos se passaram, sua falência se completou devido a uma ação trabalhista de seus vendedores lojistas. José hoje, vive num quarto de cômodo, arrumou emprego no centro de São Paulo como gerente de loja de sapatos. Levanta as 5;30 da manhã e pega o trem.

Sem dinheiro, sem família, sem amigos e sem ajuda do Prefeito. Só e humilhado!